Aqui no Oracle Home já falamos da importância do DBID (database ID) artigo: Descobrindo o DBID sem acesso ao database OPEN, de como alterá-lo via DBNEWID (NID) artigo: Alterar DBname via NID, mas nunca de como podemos mudá-lo para um valor aleatório(de nossa escolha).
Mas para que isto seria útil?
Bom, pode ser pelo mero prazer de ter uma base com o DBID do seu gosto (1,2,3..24..666) ou pelo fato da licença da sua aplicação estar vinculada ao DBID do banco de modo que se ele for alterado a aplicação para de funcionar!
Antes de começar lembre-se que é de suma importância executar um backup FULL do database!

Certamente você já fez o download de algum instalador Oracle e ao descompactar e/ou mesmo durante o processo de instalação obteve erros em função do arquivo estar corrompido. Legal mesmo é quando nossas atividades possuem horas determinadas para início e fim pois impactam diretamente no trabalho da organização e descobrimos que o arquivo esta corrompido bem quando vamos utiliza-lo. Complicado não é?
Apesar de não termos culpa se ocorreu alguma queda na Internet ou problemas na copia do arquivo, ainda assim podemos nos sentir culpados pois poderíamos ter evitado este fator de forma muito simples e rápida.

Converter um banco de dados Oracle single para RAC (Real Application Clusters) pode parecer para muitos uma tarefa complicada, cheia de mistérios… mas de fato, NÃO é!
A Oracle nos disponibiliza algumas ferramentas para esta conversão, dentre elas o próprio DBCA (Database Configuration Assistant) e o RCONFIG. Para saber mais sobre a conversão de single para RAC através destas ferramentas acesse Oracle® Real Application Clusters Installation Guide
Neste artigo estará sendo abordado uma conversão MANUAL de single para RAC (2 nodes), mas atente-se, o exemplo parte do ponto em que você já tenha o ambiente RAC montado (GI + ORACLE Database Software) e a base SINGLE que será convertida já migrada/clonada para o ambiente RAC.


As inscrições para o GUOB TECH DAY 2014 começaram. Garanta sua presença!

Estarão presentes palestrantes como Alex Zaballa, Roy Swonger, Ronald Vargas, Francisco Alvarez, Gustavo Gonzalez, David Peake, Deiby Gomez, Gustavo Rene Antunez, Eduardo Guedes, Wagner Bianchi e Rodrigo Mufalani.

Este ano teremos mais de 28 sessões em 5 linhas: DBA, Desenvolvimento, Business intelligence, Oracle E-Business Suite e Oracle APEX.

INSCRIÇÕES ABERTAS: Acesse o site GUOB TECH DAY 2014


Fique ligado! A data do evento GUOB Tech Day 2014 já foi anunciada.
Com grande prazer, o GUOB anuncia seu principal evento na sua 5a. edição para o dia 02/08/2014 em São Paulo no Hotel Blue Tree Morumbi, o qual proporcionará um grande encontro de usuários de tecnologia Oracle do Brasil com a participação de palestrantes internacionais e nacionais.
O resultado positivo nos últimos anos se deve principalmente a qualidade das palestras, as quais garantiram o investimento dos participantes em dedicar um dia para estar presente em nosso evento. Além do netwoking proporcionado aos associados do GUOB e aos profissionais usuários de tecnologia Oracle.
Agende-se para mais uma edição deste grande evento. Em breve inscrições estarão abertas.
Associe-se ao GUOB. Participe nos eventos. Sua participação ajudará a crescer nosso grupo e fortalecer nossas ações na comunidade Oracle no Brasil.
Coordenação 2014

O Oracle Cloud File System (CloudFS) é uma suite de gerenciamento de armazenamento da Oracle composta pelo ASM Cluster File System (ACFS) e ASM Dynamic Volume Manager (ADVM) que basicamente lhe permite criar e remover volumes(“discos”) de forma rápida e simples.
Durante o deploy do ODA é possível que seja configurado um CloudFS, especificando seu ponto de montagem (“/cloudfs”) e tamanho.
Caso um cloudFS não seja configurado durante o deploy, não tem problema! É possível criá-lo tanto através da interface gráfica(acessar MOS nota 1435019.1) como sem ela(GUI), como faremos neste artigo.

Proporcionado por necessidades distintas de aplicação, segurança e até mesmo alterações incorretas ou desnecessárias é comum nos depararmos com usuários de banco de dados que contenham roles de forma não default (DEFAULT_ROLE = NO).
*Muitos casos com roles não default são constatados quando liberamos uma role a um usuário e ele retorna informando que ainda não possui as permissões esperadas pela role, ao verificar nos deparamos com DEFAULT_ROLE = NO na DBA_ROLE_PRIVS.

QUEM EU SOU...

  • Anderson Graf
  • DBA Oracle - Bacharel em Sistemas de Informação
  • E-mail
  • anderson.graf@teiko.com.br
  • Local
  • Brusque, SC - Brasil